Gélido

Hoje à noite eu não me cobrirei, quero sentir em demasiado o frio que emana o meu quarto, soando na vibração de uma triste música. "So please please please Let me, let me, let me Let me get what I want This time"

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Voos

Eu não sou desse mundo, nem d'outro. Não pertenço a lugar algum, nem a ninguém. Sou pássaro, inquieto e desprendido. Meu coração sofre a cada pouso, pois o medo de não poder mais voar o assombra.

Virar as coisas do avesso

Virar as coisas do avesso, virar você mesmo, de dentro para fora, ver as curvas da alma que jamais são expostas por dentro, dói. Reparei-me, novamente, diante da situação mais frustrante para mim, a existência da possibilidade, mesmo que pequena, de amar outro alguém. Será mesmo possível? Amar? Não, antes mesmo de saber eu me... Continue lendo →

Um conto sem fim

  Uma gota, outra gota, parou! Sangue... e tudo de novo, se repetindo a cada hora. Poderia descrever com precisão os detalhes da parede branca do quarto mortífero. Cansada de ver o cartaz mal posicionado e quase caindo da parede, avisava que as coisas não são descartáveis, portanto, não poderíamos jogá-las fora, teria lido a... Continue lendo →

Viúva negra

I O caco de vidro entrou no corpo que estava sobre a cama, demasiado em Whisky. Levantou-se e foi embora. II O dedo estava cansado de tanto arrastar rostos desconhecidos e inúteis para o lado esquerdo da tela do aparelho. O movimento já tinha se tornado automático, deve ter passado alguém aproveitável naquela loja humana,... Continue lendo →

A substância humana

"Nur noch ein Gott kann uns retten." Quando me recluso em meu quarto e fecho as postas do meu coração É por medo, medo que vejam aparente e nítida minha desgraça É tanta que exala alto e colorida sob meu corpo Morto e fraco Os olhos me apedrejam por pena, Procurando findar o sofrimento. É... Continue lendo →

FRENESI

“Look up here, man, I'm in danger I've got nothing left to lose I'm so high it makes my brain whirl” A cadeira de madeira, envernizada, preservando sua cor natural. Parece-me que quem a fez passou para a mesma toda a sua brutalidade. Suas partes eram iguais, mesmo corte, finos, afiados, uma superfície acidentada. A... Continue lendo →

Sobre sentimentos

Nada.nada.nada.nada.nada.nada.nada.nada.Nada.nada.nada.nada.nada.nada.nada.nadaNada.nada.nada.nada.nada.nada.nada.nadaNada.nada.nada.nada.nada.nada.nada.nadaNada.nada.nada.nada.nada.nada.nada.nadaNada.nada.nada.nada.nada.nada.nada.nadaNada.nada.nada.nada.nada.nada.nada.nadaNada.nada.nada.nada.nada.nada.nada.nadaNada.nada.nada.nada.nada.nada.nada.nadaNada.nada.nada.nada.nada.nada.nada.nadaNada.nada.nada.nada.nada.nada.nada.nadaNada.nada.nada.nada.nada.nada.nada.nadaNada.nada.nada.nada.nada.nada.nada.nadaNada.nada.nada.nada.nada.nada.nada.nadaNada.nada.nada.nada.nada.nada.nada.nadaNada.nada.nada.nada.nada.nada.nada.nadaNada.nada.nada.nada.nada.nada.nada.nadaNada.nada.nada.nada.nada.nada.nada.nadaNada.nada.nada.nada.nada.nada.nada.nada Nadaaaa...nada. nadanadanadanadanadanada. Um tudo. Elizandra Joana.

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